O dia em que eu chorei

Foto: Arquivo pessoal

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Nossa vida é repleta de momentos felizes, divertidos, emocionantes, de angústia e até de tristeza. E nossos cães, amigos e inseparáveis, estão sempre ao nosso lado, não medindo esforços para nos apoiar com sua fidelidade canina ou dividindo conosco os momentos de alegria. Por isso, muitas vezes não nos contemos e choramos, seja de emoção com suas atitudes fofas e travessas, seja nas situações inevitáveis do dia a dia. Nossos leitores abrem seus corações e nos contam sobre o dia em que eles choraram. Vamos conferir?

Companheiro para todas as horas
O cãozinho de Vanessa Oliveira, de Mauá-SP, sempre está ao seu lado e a consolou em um momento triste de perda familiar. “O dia em que meu cãozinho Tutti me fez chorar foi um pouco antes de receber a notícia do falecimento de minha avó. Era noite e eu não conseguia dormir. Então, levantei-me e sentei na varanda de casa. O Tutti me acompanhou e sentou-se ao meu lado, olhou-me com seu olhar amoroso e carinhoso e depositou uma de suas patas sobre a minha mão, como se me dissesse que, no final, tudo daria certo. Ele colocou a cabeça em meu colo e choramingou. Chorei muito abraçada com ele naquela noite. E, ao amanhecer, recebi a triste notícia. Foi como se ele soubesse o que iria acontecer e me consolou antes. O Tutti é um cãozinho muito sensível. Em todos os momentos da minha vida ele está ao meu lado, tanto nos alegres quanto nos tristes. O pequeno me ajudou a superar a perda.”

Catarata
Luciana Nascimento, de Jacareí-SP, ficou muito triste quando recebeu a notícia que sua cachorrinha poderia ficar cega devido à catarata, mas após a cirurgia tudo voltou ao normal. “Sou dona de uma linda Poodle Toy Abricó de 2 anos e 11 meses chamada Luna. Um dos dias mais tristes que tive em minha vida foi quando eu e meu marido, José Antonio, levamos a Luna ao veterinário para uma consulta e ficamos sabendo que ela estava com catarata e poderia ficar cega em seis meses. Quando recebi a notícia, as lágrimas desceram e não contive a emoção. Fiquei muito chateada e desesperada em saber que a Luna poderia ficar cega para sempre. O veterinário nos falou que a sua especialidade não era lidar com animais com catarata, mas disse que iria pesquisar e nos retornaria para informar a qual especialista poderíamos levar a Luna. Quando chegamos em casa o telefone tocou e, ao atendê-lo, o veterinário me informou que na cidade de São José dos Campos-SP havia uma especialista em animais com esse tipo de problema. Ligamos e marcamos uma consulta com a médica. Fizemos diversos exames na Luna, que foi operada e, graças a Deus, está enxergando. Aproveito o espaço para agradecer a todas as pessoas que se empenharam em cuidar da Luna, principalmente a Deus, ao veterinário e a toda a equipe de profissionais que a operou. Que Deus abençoe todos os profissionais que cuidam dos animais com muito empenho, dedicação e carinho.”

Fratura da patinha
O susto que Ana Pacheco, do Rio de Janeiro-RJ, passou ao ver sua cachorrinha com a pata quebrada a fez chorar de preocupação. “Com quatro meses minha York (Shade) quebrou a patinha. Foi um desespero total. Achei que iria perdê-la. Na volta do veterinário, ainda sob o efeito da anestesia e com a patinha engessada, esperei ansiosa pelo seu despertar. Duas horas depois, Shade abriu os olhos e se levantou, tentando manter o equilíbrio nas três patinhas. Não me contive de felicidade naquele momento, pois soube que a Shade ficaria boa. Já se passaram dois anos, ela não ficou com sequelas e é uma cachorrinha muito feliz e também muito amada.”

Emoção em família
Fátima Herculano, a Fatinha ou Fafá, de Guarulhos-SP, chorou ao ver a alegria de sua cachorrinha ao reencontrar-se com seu irmão e ter uma companhia para brincar. “Há três anos ganhei uma Shih Tzu. Fiquei muito feliz com a sua chegada, mas ela estranhou um pouco a casa e ficava muito quietinha. No dia seguinte meu marido comprou o irmão dela, quando ele chegou em nossa casa foi muito emocionante. Choro só de lembrar. A Mirella, minha cachorrinha, ficou muito feliz. Ela pulava em cima dele e eles se beijavam o tempo todo. Era uma alegria só. Hoje eles estão com três anos, lindos e felizes demais.”

Discussão em Família
A cadelinha de Stephanie Moroni, de São Paulo-SP, comeu os móveis da casa e quase foi expulsa. Mas, no final, tudo se resolveu. “Peguei uma cadelinha de porte pequeno para médio e prenha da rua. Ela teve sete filhotes e um deles ficou comigo. Linda. Nasceu sem rabinho. Moro em apartamento e ela começou a crescer (até demais!) e a comer os sapatos e as roupas. Isso incomodou o meu pai, que não foi muito a favor de adotá-la, por morarmos em apartamento. Um certo dia voltamos para casa e ela tinha comido o sofá, a estante nova, o controle remoto e os pés das cadeiras. Isso foi a gota d’água para o meu pai, que falou que eu tinha um dia para arrumar um lugar para ela, pois aqui ela não moraria mais. Mas como eu podia me “desfazer” da minha companheira, minha alegria de todos os dias? Ela destruiu coisas materiais, mas nada paga o que sua chegada me trouxe. Então, eu desabei. Fiquei desesperada, não sabia o que fazer e chorei muito. E ela ali, ao meu lado sem entender nada, simplesmente parou, me olhou e lambeu o meu rosto, enxugando minhas lágrimas. Aquilo me tocou de uma forma que não sei explicar. Conversei com meu pai e expliquei que cuidaríamos do comportamento dela. Ele relutou um pouco, mas deixou. Ela não comeu mais nada depois daquele dia, a não ser um par de tênis e umas blusas (risos). Ela é tudo para mim e nunca sairá da minha vida! Ela se chama Brigitte!”

História enviada por: Jornalismo Editora Top.co - Campinas / AC - 28/11/2013 - 00:00

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