Spitz Alemão Anão

Categoria: Spitz Alemão Anão

Autor(a): Jornalismo Top.Co. | Colaborador(es): Fernando Almeida e Sidney Freitas, do Canil Sunryze Poms; Kauffmann Tozzi e Eduardo Cirilo de Lima, do Blue Ray Kennel; Nilza Franco Damasceno do Canil Maison Damasco | Cidade: Campinas | 27/11/2013 - 15:04

Estes cães são leais, devotos aos donos e extremamente peludinhos. Está bom ou quer mais?
Cão: Taj Mahal do Maison Damasco Raça: Spitz Alemão Anão Canil: Canil Maison Damasco Foto: Marcelo Palmeira

Cão: Taj Mahal do Maison Damasco Raça: Spitz Alemão Anão Canil: Canil Maison Damasco Foto: Marcelo Palmeira


O Spitz Alemão tem uma descendência bastante longínqua e rústica. Seus ancestrais mais antigos são os cães da Idade da Pedra, os Canis familiaris palustris rüthimeyer, domesticados pelo homem. Entre seus ancestrais mais próximos estão os cães nórdicos que se estabeleceram em uma região chamada de Pomerânia, localizada entre a Polônia e a Alemanha. Daí o nome Lulu da Pomerânia ou Pomerânia, muito popular para designar cães desta raça na variedade anã, já que são encontrados em cinco tamanhos: lobo (49 cm), grande (46 cm), médio (34 cm), pequeno (26 cm) e anão (20 cm). Estes cães foram introduzidos na Inglaterra pela Rainha Charlotte, mas foi sua neta, a Rainha Vitória, que foi responsável pela promoção de sua criação e popularidade no começo do século XIX. A raça foi reconhecida pelo Kennel Clube da Inglaterra em 1870 com o nome de Pomerânia. E não é só entre a realeza que este cão arrebanhou fãs. Grandes compositores e artistas também tiveram esta raça como pet. Um deles é Michelangelo, cujo cão o acompanhava durante o trabalho de pintura da capela Sistina. Mozart também tinha uma fêmea chamada Pimperl e Chopin dedicou sua “Valse des Petits Chiens” à sua cadelinha da raça.

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